Um espaço para sermos …circunstancialmente…

2012-12-23 20.12.25“Eu morro de saudades do que era pra viver. E vivo da viagem de reencontrar você. Meus olhos do passado num futuro que nem sei…” (Lenine e Juca Novaes)

Vivemos tentando prender aquilo que não se deixa ser preso. Buscando o que não mais volta. De mão estendida para aquilo que não olha pra trás: o tempo.

Deus me ajude a beijar minha esposa como se fosse da primeira vez. Olhar para minhas filhas como quem deslumbra seus nascimentos. Correr cada dia como se saúde eu não tivesse amanhã. Lesse como se fosse perder minha vista logo mais. Que ouvisse meus pais com a saudade de não mais tê-los. Que tudo…tudo… eu faça não por rotina (desgraçada rotina! Que tem o poder de tornar comum até o que é fantástico…) mas com intensidade, paixão, amor e sentimentos. E, também, que eu não mais faça aquilo que só fazia por obrigação. Que rejeite tudo o que é feito apenas por convenção. Para que eu não tenha saudades do que era para viver…

Tales Ferreira
Manhã de fevereiro 2014, dia 21.

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